A equoterapia é tema de reportagem de capa da última edição da revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária: acesse: http://issuu.com/revista_cfmv/docs/af_revista_61_web_
Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leitura. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 30 de maio de 2014
terça-feira, 28 de julho de 2009
Comentário do Dr. German Falke comenta "Minha Caminhada"
Chefe da seção de Equoterapia e Prof. Dr. da Universidade de Buenos Aires, Dr. German Falke, (Argentina) fala sobre os Livros Minha Caminhada
Estimada Maria Cristina
He leído por segunda vez tus muy apreciados libros Minha Caminhada I y II de tu autoría y realmente son excepcionales en cuanto a su contenido por lo que te felicito como lo hice anteriormente.
sábado, 25 de julho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Presidente da Abae lança livros que explicam os benefícios da Equoterapia no tratamento de portadores de paralisia.

Inspirada pelo próprio filho, Yuri Guimarães, portador de paralisia cerebral e primeiro paciente a ser tratado através da equoterapia na Bahia, Maria Cristina Guimarães Brito, presidente e fundadora da Associação Baiana de Equoterapia (ABAE), escreveu dois livros sobre o assunto: Minha Caminhada 1 e Minha caminhada 2. Os livros contam o processo de desenvolvimento de Yuri durante os anos de tratamento e informam sobre o aspecto cinético da equoterapia.
A vontade de ver o filho ter uma vida normal fez Maria Cristina conhecer a equoterapia e implantá-la em Salvador. A recuperação de Yuri, que hoje trabalha na Petrobrás e acaba de se graduar em publicidade e propaganda, estimulou a pedagoga a retratar em forma de diário o dia-a-dia e o tratamento das pessoas que podem contar com a ajuda da terapia.
Segundo Maria Cristina, o primeiro livro é baseado na questão familiar. “Quis contar sobre o processo de aceitação do filho especial, como lidar como essa criança, o envolvimento da família, as adaptações necessárias e as dificuldades de inserção na rede regular de ensino”, explica. “Nunca aceitei que Yuri estudasse em uma escola especial”.
Segundo o professor adjunto da Ufba, fisiatra e escritor do prefácio da primeira edição Alberto Alencar Carvalho, o tratamento de crianças com problemas motores não é apenas de responsabilidade médica. É, sobretudo, esforço e dedicação da família. “Cristina, com criatividade, inteligência e apoio do marido, percebia as deficiências maiores de Yuri, colocando em prática um plano de ajuda e correção”.
Segundo Carvalho, Yuri progredia a cada etapa, que pode ser acompanhada no livro, sendo um estímulo para novas criações e esforços. “Por isso tudo, este livro mostra como a família pode contribuir para reabilitar uma criança que tem problemas”, conclui.
O segundo livro é mais técnico. “Traz ainda a questão da família, mas trata de esclarecer a fundamentação técnica científica do tratamento e expõe a visão de um neurologista sobre a equoterapia”, afirma a autora. O livro aborda também estudos científicos na área e conceitos básicos da psicologia. "O livro Minha Caminhada 2 vem contribuindo como referência em trabalhos acadêmicos de conclusão de curso nas áreas de saúde e educação", afirma.
Segundo o médico, psicanalista, psiquiatra e analista institucional Jorge Márcio Pereira de Andrade, o projeto de reabilitação que o livro apresenta no campo das paralisias cerebrais serve para manter a visão de que a vida pode ter muito mais possibilidades do que limitações. “Maria Cristina, através do livro, instiga a crer que a dignidade humana é inerente a todos os seres humanos, logo para pessoas com deficiências. O livro nos mostra como a família pode contribuir para reabilitar uma criança que tem problemas”, afirma Andrade.
Maria Cristina também ministra palestras, participa de Congressos sobre a diversidade e a equoterapia e é uma das pessoas mais respeitadas e conhecedoras do assunto. “Acredito que os livros possam auxiliar aqueles pais que têm de lidar com o tratamento também em casa. A intenção é mostrar que outras pessoas também convivem com a paralisia dentro de casa, mas que há uma oportunidade de melhora”, analisa.
A vontade de ver o filho ter uma vida normal fez Maria Cristina conhecer a equoterapia e implantá-la em Salvador. A recuperação de Yuri, que hoje trabalha na Petrobrás e acaba de se graduar em publicidade e propaganda, estimulou a pedagoga a retratar em forma de diário o dia-a-dia e o tratamento das pessoas que podem contar com a ajuda da terapia.
Segundo Maria Cristina, o primeiro livro é baseado na questão familiar. “Quis contar sobre o processo de aceitação do filho especial, como lidar como essa criança, o envolvimento da família, as adaptações necessárias e as dificuldades de inserção na rede regular de ensino”, explica. “Nunca aceitei que Yuri estudasse em uma escola especial”.

Segundo o professor adjunto da Ufba, fisiatra e escritor do prefácio da primeira edição Alberto Alencar Carvalho, o tratamento de crianças com problemas motores não é apenas de responsabilidade médica. É, sobretudo, esforço e dedicação da família. “Cristina, com criatividade, inteligência e apoio do marido, percebia as deficiências maiores de Yuri, colocando em prática um plano de ajuda e correção”.
Segundo Carvalho, Yuri progredia a cada etapa, que pode ser acompanhada no livro, sendo um estímulo para novas criações e esforços. “Por isso tudo, este livro mostra como a família pode contribuir para reabilitar uma criança que tem problemas”, conclui.
O segundo livro é mais técnico. “Traz ainda a questão da família, mas trata de esclarecer a fundamentação técnica científica do tratamento e expõe a visão de um neurologista sobre a equoterapia”, afirma a autora. O livro aborda também estudos científicos na área e conceitos básicos da psicologia. "O livro Minha Caminhada 2 vem contribuindo como referência em trabalhos acadêmicos de conclusão de curso nas áreas de saúde e educação", afirma.
Segundo o médico, psicanalista, psiquiatra e analista institucional Jorge Márcio Pereira de Andrade, o projeto de reabilitação que o livro apresenta no campo das paralisias cerebrais serve para manter a visão de que a vida pode ter muito mais possibilidades do que limitações. “Maria Cristina, através do livro, instiga a crer que a dignidade humana é inerente a todos os seres humanos, logo para pessoas com deficiências. O livro nos mostra como a família pode contribuir para reabilitar uma criança que tem problemas”, afirma Andrade.
Maria Cristina também ministra palestras, participa de Congressos sobre a diversidade e a equoterapia e é uma das pessoas mais respeitadas e conhecedoras do assunto. “Acredito que os livros possam auxiliar aqueles pais que têm de lidar com o tratamento também em casa. A intenção é mostrar que outras pessoas também convivem com a paralisia dentro de casa, mas que há uma oportunidade de melhora”, analisa.
Assinar:
Postagens (Atom)

